terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Natal e Ano Novo

Boas Festas para você e as pessoas que ama!
Saúde e Felicidades!

Um abraço do Roberto Warken

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Obrigado por Ler!

Roberto Luiz Warken, Sociólogo, Edusex, Educação e Cultura
Índice: http://www.warken.floripa.com.br

sábado, 2 de fevereiro de 2013

O desastre de Santa Maria. Correr risco de perigo iminente e O jeitinho brasileiro.

OPINE: Concorde ou discorde mas, opinine. 

O jeitinho brasileiro para questões relativas a segurança coletiva, ou algumas ações tomadas após o incidente numa boate em Santa Maria, RS que vitimou mais de 230 pessoas e tornou-se o terceiro evento do gênero no mundo.

Após o incidente na boate Kiss no município de Santa Maria, no município de Santa Maria, Rio Grande do Sul, no Brasil as autoridades e as mídias começaram a debater a questão. 

Acredito ser salutar que todos os assuntos relativos a segurança coletiva sejam debatidos, inclusive com a sociedade. Mas, algumas pessoas tomaram iniciativas distintas (porque não discutiram um padrão, um método, um formato inclusive para casos diferentes da maioria) e saíram Brasil a fora lacrando estabelecimentos, fechando temporariamente alguns lugares?

Não haverá compensação as vidas perdidas, as famílias enlutadas as pessoas com machucados externos e internos para a vida toda. 

O certo era ter feito a lição de casa antes e, não depois de um acontecimento dessa magnitude de vítimas envolvendo a maioria pessoas com idades entre 19 e 25 anos com saúde que inalaram gases tóxicos devido ao incêndio da boate que continha vários elementos letais: forro para proteção acústica, a base de isopor (material constituído a base de derivado do petróleo cuja fumaça é altamente nociva aos brônquios), plásticos, álcool, madeira, etc. enfim uma série de comburentes que juntos formavam um coquetel fatal.

Querer arrumar o erro em meio a um processo é esvaziar uma discussão que possa gerar mais efeito e ser eficaz e eficiente.

As pessoas deveriam ter mais em conta a pergunta: porque isso não foi feito antes? 

E, daí vem um resultado mais perigoso que a soma dos acidentes possíveis. A política de gestão que lida com verbas para investir em treinamento, contrato de pessoal suficiente para dar conta do trabalho necessário e, por aí vai.

Essa ansiedade para inglês ver só pode agravar ainda mais a situação. Pois vai levar as pessoas a constatação de que o atrapalhado jeitinho brasileiro vai chegar a uma conclusão: impotência e falta de vontade política e seriedade. 

Temos que repensar nossa cultura com o todo, com o contexto e não somente com o específico, considerando a sustentabilidade.

É bom não esperarmos que mais 230 e tantas pessoas morram em outro local para que não precisemos esperar por justiça,– se nosso erro – do coletivo – tem sido o de empurrar com a barriga, varrer para debaixo do tapete por conta de justificativas mais estapafúrdias possíveis.

Está na hora de assumir as responsabilidades. Isso não é vergonha alguma. 
Assumir, nos dignifica e não vai trazer a vida de vítimas – mas vai nos assegurar que no futuro teremos evitado ao máximo que isso aconteça.

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Roberto Luiz Warken
Zello Rádio - robertowarken
Skype: robertowarken 

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Para Fração LGBT novos casos pedem criminalização da homofobia

5 DE DEZEMBRO DE 2012 - 13H02 

Para Fração LGBT novos casos pedem criminalização da homofobia


A polícia investiga pelo menos mais dois novos casos de agressão em São Paulo. Os eventos demonstram que é preciso criminalizar a homofobia, como determina o Projeto de Lei 122/06. A opinião é da deputada estadual Angela Albino (PCdoB-SC), que coordena a fração LGBT do Partido.



"É um embate no campo das ideias sem dúvida. Mas, casos como esses demonstram a necessidade de avançar nessa questão no país. É claro que seria melhor não precisar criminalizar para coibir essa conduta, mas o que estamos vendo é que é preciso também criminalizar na lei", reforça a coordenadora da Fração LGBT do PCdoB.

A deputada comunista explica que a falta de punição acaba gerando a proliferação de agressões como essas. "Nos últimos anos há um aumento de casos homofóbicos, justamente por um crescimento do discurso homofóbico, que dá legitimidade aos agressores. E é preciso agir e punir para que não ocorram novas agressões", completa.

O projeto de lei é de autoria da ex-deputada federal Iara Bernardi (PT). O texto criminaliza a homofobia e prevê punições para diversas manifestações de discriminação por gênero, sexo e orientação sexual. Ele começou a tramitar na Câmara em 2001 e foi aprovado pelos deputados em 2006. Desde então aguarda votação no Senado, onde tem ocorrido diversas manifestações contrárias, principalmente da bancada evangélica.

Novos fatos

Na segunda-feira (3), por volta das 19h, o estudante de Direito, André Baliera, de 27 anos, foi agredido na Avenida Henrique Schaumann, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo, quando andava a pé. Os agressores Diego Mosca Lorena de Souza, de 29 anos, e seu amigo, o estudante de logística Bruno Paulossi Portieri, de 25 anos, foram presos e indiciados por tentativa de homicídio. De acordo com relato dado ao O Estado de S. Paulo, Baliera foi abordado na rua pelos agressores. 

Outro caso aconteceu também na capital paulista, no centro, com o casal Vanessa Lucena, 32, e Kátia, 45, que não quis revelar o sobrenome. Elas foram xingadas e agredidas na sexta (30) por um manobrista na rua Augusta. Vanessa, que é gerente de uma ONG, diz ter ido buscar o carro no estacionamento Trevo quando os manobristas fizeram piadas sobre elas. Quando um manobrista identificado como Sebastião da Silva chamou uma delas de "piranha", Kátia tentou agredi-lo e, quando foi contida, ele chutou sua perna. Vanessa caiu e torceu o joelho.

O gerente do Trevo, Marcos Gomes, diz não saber o motivo da briga. "Só vi uma delas tentando agredir o manobrista." A polícia diz que o manobrista pode ser enquadrado por injúria e lesão corporal leve.

Abaixo a reprodução da entrevista de André Baliera: 

foto: Paulo Liebert/AE
O Estado de S. Paulo: O que aconteceu?
André Baliera: Estava voltando da farmácia e vim descendo a rua, tranquilo, na minha, com fone de ouvido. Quando ia atravessar a rua, o Bruno mexeu comigo. Não consegui entender o que ele estava falando e tirei o fone. Ele disse: "Está olhando o que seu viado? Segue seu rumo sua bicha". Mas eu não consegui seguir meu rumo e começamos então uma troca de ofensas. Tudo aconteceu no tempo de um semáforo. Foi aí que ele saiu do carro e fiquei muito assustado. Fiz menção de que ia pegar uma pedra e o Diego entrou na história. Ele começou a me bater feito um animal. Me lembro de pensar: "É agora que acabou. Morri".

O Estado de S. Paulo: Você já foi vítima de outras agressões?
AB: Sim, aconteceram outras vezes. Não escondo minha sexualidade e nunca achei que isso fosse um problema para levar minha vida normalmente. Já me jogaram latinha de cerveja quando ficava com alguém. Essas condutas são reiteradas sempre, mas nunca foi nesse nível. Exatamente por isso que não consigo me conformar de que minha obrigação quanto gay é ouvir ofensas e seguir meu caminho.

O Estado de S. Paulo: O que você acha que motivou o ataque?
AB: Não sei dizer o que leva duas pessoas aparentemente bem de vida, jovens, a entrarem com o carro na contramão e atentarem contra a vida de alguém que só queria chegar em casa. Que fúria é essa que faz um cara que deve ter tido todas as oportunidades do mundo a bater em outra de forma tão agressiva? Por que a minha existência provoca uma fúria tão desumana?

O Estado de S. Paulo: Como está sendo a repercussão do caso? Há pessoas que querem organizar passeata, fazer escracho na frente da casa dos agressores.
AB: Estou bastante impressionado, mas queria muito que as pessoas tivessem consciência de que não quero vingança. Quero justiça, o que é muito diferente. Se estudo direito e acredito na justiça, não posso tomar as medidas cabíveis com as minhas próprias mãos. E acho que na verdade o preconceituoso também é vítima do próprio preconceito. 

Da redação do Vermelho com O Estado de S. Paulo

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Que dia é seu aniversário?

Oi! Tudo bem? 

Estou montando a minha agenda de contatos e aniversários e gostaria que você incluísse os seus dados. Para se cadastrar na minha agenda, clique em um dos links abaixo. São apenas 2 cliques para que eu nunca mais esqueça você!

Se você já tem cadastro no Elefante acesse:
http://www.elefante.com/inviter/?qy=ipwzcbawvtei2c9gtwabb5a

Se você não tem cadastro no Elefante acesse:
http://www.elefante.com/inviter/?qy=udnlcbabj5di2czshbabbta
Abraços
Roberto Luiz Warken
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sábado, 29 de setembro de 2012

Aposentadoria - Leia Importante (repassando)



REPASSAR, CASO VOCÊ CONCORDE

 

É assim que começa.


Peço a cada destinatário para encaminhar este e-mail a um mínimo de vinte pessoas em sua lista de endereços,e pedir a cada um deles para fazer o mesmo.
Em três dias, a maioria das pessoas no Brasil terá esta mensagem. Esta é uma ideia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo. 


Lei de Reforma do Congresso de 2011 

(emenda à Constituição) 


PEC de iniciativa popular: 
Lei de Reforma do Congresso (proposta de emenda à Constituição Federal)

"1. O congressista será assalariado somente durante o mandato.  Não haverá 'aposentadoria por tempo de parlamentar', mas contará o prazo de mandato exercido  para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente à sua profissão civil.
 

2. O Congresso (congressistas e funcionários)  contribui para o INSS. Toda a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo atual de aposentadoria do Congresso passará para o regime  do INSS imediatamente. Os senhores Congressistas participarão dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos os outros brasileiros. O fundo de aposentadoria  não pode ser usado para qualquer outra finalidade.

3. Os senhores congressistas e assessores devem pagar seus planos de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.

4. Aos Congressistas fica vedado aumentar seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período. 


5. O Congresso e seus agregados perdem seus atuais seguros de saúde pagos pelos contribuintes e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo brasileiro.

6. O Congresso deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo brasileiro, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna do Congresso.

7. Exercer um mandato no Congresso é uma honra e uma responsabilidade, não uma carreira.  Parlamentares não devem servir em mais de duas legislaturas consecutivas.


8. É vedada a atividade de lobista ou de 'consultor' quando o objeto tiver qualquer laço com a causa pública. 


9. Direitos Iguais para todas as pessoas. Pessoas que pagam impostos e taxas, qualquer categoria social, financeira, gênero, orientação sexual e raça, condição física, etc."
 


Se cada pessoa repassar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas no Brasil receberá esta mensagem. 

A hora para esta PEC é AGORA.

É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR O CONGRESSO. 



Se você concorda com o exposto, REPASSE.  Caso contrário, basta apagar e dormir sossegado.

Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO para que possamos ajudar a reformar o Brasil.





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Obrigado por Ler!

Roberto Luiz Warken